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FBAC e FLUP promovem Workshop de Mediação Performativa “In our on voice”

Inscrições abertas até 3 abril

Vila Nova de Cerveira | Sob orientação de Maria Acaso e Jordi Ferreiro, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a Fundação Bienal de Arte de Cerveira vão desenvolver, dia 22 de abril, o workshop de mediação performativa “In our on voice” (10h00-13h00 | 14h00-17h00).

O objetivo é refletir sobre temas e preocupações que definem a mediação em museus, entendendo o papel do artista e do educador como figuras relacionadas e com pontos de conexão.

A participação no workshop tem um custo de 15€ e encontra-se sujeita a uma seleção realizada por María Acaso e Jordi Ferreiro. O pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária após a divulgação do resultado da seleção dos participantes.

Formulário de inscrição (até 3 de abril)
Inscrições e mais informações: lidia.portela@bienaldecerveira.pt

 

Sobre o workshop

Historicamente, o trabalho de mediação abrange uma atividade cujo objetivo principal consiste na compreensão por parte do público das propostas dos artistas através da voz dos educadores. A mediação de trabalho, é então prolongada não como um discurso autónomo gerador de conhecimento próprio, mas como um recurso onde o trabalho dos educadores tem sentido quando se entende como um trabalho para.

A partir de uma posição teórica, queremos repensar esta figura do educador como voz sub-rogada, para entendê-la como uma voz emancipada que, reapropriando-se do discurso audiovisual, será definido no mesmo nível de independência e desenvolvimento intelectual que o discurso de curadores e artistas.

Para interiorizar esta teoria, “In our on voice” visa posicionar as práticas no domínio da mediação como práticas artísticas ampliadas e diferentes formas de apresentação pública e interação com a audiência, como novas formas de produção artística.

Através da prática performativa, e em relação ao conceito de voz autorizada, procuramos refletir sobre algumas questões centrais na agenda da cultura contemporânea, tópicos relevantes para a arte e as preocupações que definem a mediação dos museus, compreendendo a figura do artista e educador, como figuras relacionadas e com pontos de conexão.

Sobre os formadores

María Acaso tem sido descrita como uma das atuais líderes em Espanha e na América Latina dentro da denominada Revolução Educativa ou, como ela própria apelida, #rEDUvolution.

Todas as atividades (participação como palestrante, o desenvolvimento de projetos de investigação relacionados com a inovação educacional, docência na universidade e edição de textos em diferentes formatos) têm como objetivo desenvolver nos profissionais da educação a marca de confiança e paixão necessárias para realizar a mudança de paradigma das práticas de ensino.

Como palestrante e investigadora, tem trabalhado com algumas das instituições relacionadas com a educação de maior prestígio a nível mundial, como a Universidade Autónoma do México, a NYU, Colby College, The Bergen National Academy of the Arts, The New School of Social Research, The School of the Art Institute of Chicago, Harvard y Stanford, bem como o Museu da Memória (Chile), MOMA (NY), a 9ª Bienal de Mercosul (Brasil), o Museu de Antioquia e Museu de Arte Moderna de Medellín (Colômbia), Culturgest (Lisboa), Getty Museum (EUA).

María publicou vários livros, especialmente o último rEDUvolution: fazer a revolução na educação (Paidós, 2013), constitui uma verdadeira fonte de inspiração para milhares de professores.

Seu blogue mariaacaso.es é uma referência internacional em educação disruptiva e artística.

Jordi Ferreiro (Barcelona, 1982) é um artista e educador. O seu trabalho explora os processos de recepção e interpretação de obras de arte – em ambos os contextos educativos e artísticos – através do uso de performances e participação do público.

Ferreiro utiliza formatos considerados pedagógicos pelas instituições que os expõem, apenas para transformá-los em formatos artísticos (e vice-versa) através do uso de colaboração e diálogo. Usando esta técnica, ele conseguiu transformar as formas tradicionais como visitas guiadas (The Emperor’s New Clothes); áudio-guias (A Conversation with the Museum or A Performance to Be Performed); conferências (Le Lotissement du Ciel, Hyperconference); e eventos participativos (The Presence or Another Story/Another Occasion) em algo diferente.

A obra de Ferreiro busca gerar interferências entre os departamentos de curadoria e mediação de instituições culturais, movendo o seu processo a partir dos canais tradicionais de divulgação de arte. Sob esta premissa, Ferreiro realizou projetos em várias instituições internacionais, como o Z33 (Bélgica), Zacheta Gallery (Polónia), MAC (Bogotá Museu de Arte Contemporânea), Lugar a Dudas (Cali), Valand Academy (Gotemburgo), Gaîté lyrique (França); também localmente, no MACBA (Museu de Arte Contemporânea), CaixaForum (La Caixa Foundation Centro Cultural), Fabra i Coats (Barcelona Centro de Arte Contemporânea), Matadero (Madrid) e La Casa Encendida (Madrid).

Publicado o 28 Mar 2017 en Axenda, Vila Nova de Cerveira.
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