
Vigo | O pasado día 14 de abril, na biblioteca do centro portugués de Vigo, e no marco dos coloquios do centenario do centro, que se cumple en novembro do próximo ano, celebramos um coloquio literario sobre a colecção ” Mestres da lingua portuguesa”.
Extraordinaria edição de XXXII libros escritos polo caro amigo Dr. Jorge Chichorro. Hoxe escribiremos brevemente sobre algúns dos escritores brasileiros da colecção.
O primeiro é José de Alencar, nacido no estado de Ceará, emprendeu uma viaxe literaria ao natural do Brasil, numa búsqueda do ” Nos ” e escrebeu o romance ” Guaraní “; onde o indio ” o bó selvagem ” , como diría Rousseau, aparease románticamente, com a filha de Portugal, que acompanhou ao seu paí, derrotado de Alcácer Quivir, na aventura do novo mundo; e desaparecem no horizonte com a eternidade, deixando a estela romántica da união do velho e o novo mundo, que é a esencia do Brasil. Deixamos ao lector a aventura de indagar sobre este escritor.
Seguimos co nosso Jorge Amado, que dixo ” O Brasil e uma orgia do Portugués”.
A lingua tornase criativa a medida que se afasta da lingua portuguesa e vam nascendo os sucesivos falar es Brasileiros.
Jorge Amado, o menino rebelde, que aos 14 anos, no colexio dos Xesuitas de Salvador, recibiu um conselho do seu profesor, o padre Novaes, natural de Porto, da fregresia da Foz do Douro, que o incentivou a leitura e foi o inicio da sua creatividade literaria.
Neste breve artigo soio indicaremos duas obras da sua vastísima producção.
” Gabriela Clavo e Canela ” e
” A morte e a morte do Quincas berro d’auga ”
E deixamos o artigo falando moi brevemente de Machado de Assis, o Machadinho, para moitos o pai da literatura brasileira.
A Academia Brasileira das Letra, e chamada por algúns a casa Machado de Assis.
Fagamos mención, entre a sua formidabel obra de um romance e un contó.
” Dom Casmurro” escrita en primeira pessoa, e sendo o narrador o proprio personagem, Bento Santiago que comenza a narrativa a partir do fim da vida.
E o contó intimista ” A missa do Galo “




