Casa do Outeiro em Paredes de Coura vai dar lugar a pousada rural de alto padrão

Concessão outorgada à AGNT- Gestão e Mediação
A Casa do Outeiro, um solar setecentista na freguesia de Agualonga, e que agora viu formalizado o contrato de concessão por 50 anos ao abrigo do Programa Revive.

Paredes de Coura | “Levamos 25 investidores a ver a Casa do Outeiro. E tu foste o único sonhador”, reconheceu Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura ao dirigir-se a Marcelo Murta, da AGNT- Gestão e Mediação, a entidade que ganhou a concessão da Casa do Outeiro, um solar setecentista na freguesia de Agualonga, e que agora viu formalizado o contrato de concessão por 50 anos ao abrigo do Programa Revive.

Vitor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura, e Marcelo Murta, da AGNT- Gestão e Mediação.

Na presença da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o autarca courense defendeu a ideia de um “modelo de hotel que ofereça pormenores de carinho, de paixão, que ofereça motivos diferenciadores à medida das pessoas. Defendemos um modelo de turismo inteligente e estamos aqui ao teu lado para em conjunto lutar por esta paixão em que acreditamos”.

Uma ideia também partilhada por Marcelo Murta, para quem o processo em que acredita “assenta no desenvolvimento local e em que o turismo pode agregar”. Este responsável da AGNT promete na Casa do Outeiro “uma pousada rural de alto padrão”, que não proporcione só alojamento, “mas que também se diferencie pelo seu envolvimento. Não será um espaço fechado, mas uma pousada de alto padrão aberta ao diálogo com a comunidade e agendas culturais locais e regionais”, acrescentou.

Na recuperação deste solar setecentista, a AGNT está a ser assessorada pela Florêncio Pedro – Arquitectos, estimando um investimento de 3M€ para os dois primeiros anos de intervenção, acreditando que no período de oito meses poderão ultrapassar as metas de licenciamento e alvarás.

Nesta cerimónia de assinatura do Contrato de Concessão da Casa do Outeiro, Vitor Paulo Pereira ofereceu simbolicamente à entidade concessionada a primitiva chave do solar.

“É a chave que materializa o sonho”, reforçou a secretária de Estado Rita Marques, que na sua intervenção sublinhou que o turismo “permite alavancar outros setores da atividade e é o farol para outros setores da economia”.

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